expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Páginas

28 de jul de 2014

Resenha: O Teorema Katherine [1]


          Uma reunião de gargalhadas, matemática e desilusões amorosas, configuram o enredo de O Teorema Katherine, escrito por John Green, também autor do Best Selles A Culpa É das Estrelas. O livro mostra a história de Colin, um garoto prodígio, que busca comprovar o Teorema de Previsibilidade dos relacionamentos, pois quando se trata de garotas o tipo do Colin, não é físico, e sim literário, foram dezenove Katherines, quando ele e seu melhor amigo Hassan, resolveram “cair na estrada”, em busca do que seria o seu momento “eureca!”, onde tudo faria sentido, inclusive o teorema.
       Talvez o garoto prodígio de John Green, seria um Aquiles moderno, não queria apenas mente brilhante que prosseguiria n anonimato, mas sim, ter algo que pudesse deixar um legado, os rascunhos matemáticos que a todo o momento Colin esboça, deixa claro de uma maneira bastante cômica um dos seus objetivos.
            O livro surpreende o leitor com curiosidades que recheiam as notas de roda pé, são peculiaridades que vão de explicações matemáticas, comentários religiosos, biografias importantes de ex-presidentes dos EUA, até anagramas e curiosidades, como a descoberta da televisão. Colin é um personagem único ( e olha que ele sabia dizer isso em pelo menos 9 línguas) uma de suas peculiaridades era que com qualquer palavra ele conseguia fazer diversos anagramas.
        Ler John Green é surpreendentemente leve, um autor que consegue juntar tantos assuntos, informações e bobagens típicas da adolescência, em diálogos engraçadíssimos, sem ser clichê. Em resumo, é um livro muito fugging, para não ser lido.



Por Gabriela Barreto

26 de jul de 2014

A Culpa é dos Livros


A culpa é dos livros, inteiramente deles, eles que me deixaram assim, tão profundo nesses sentimentos que você julga serem uma bobagem. Eu os lia, pensando quando aconteceria aquilo comigo, e reescrevia as cenas, os atos, os diálogos. Eles são tão vivos dentro de mim, que posso senti-los, como um roteiro...
A previsibilidade da minha vida era algo tão certo, que podia prever até quantos pontos de exclamação seriam, quantas vírgulas, quantas reticências... Eu previ, mas não conseguir acertar, não dessa vez... Você bagunçou todos os papéis, quebrou o script, e me transformou... Então não me culpe por ser assim, por que eu devolverei a culpa aos livros... eles me transformaram em uma sonhadora, esperando o final feliz.

Gabriela B.
XVII